Podcast: Villa-Lobos e o encontro atemporal da pulsão Bachiana com a brasileira

Cultura Presentes na Rede

“O BRASIL TEM JEITO E FUTURO: É O QUE VEJO ESCRITO NA ‘CARTA’ BACHIANAS BRASILEIRAS N. 7, DE VILLA-LOBOS” – maestro Ricardo Rocha, Cia Bachiana Brasileira.

 

Contemplado no Edital “Cultura Presente N@s Redes”, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC), o podcast Villa – Lobos e o Encontro Atemporal da Pulsão Bachiana com a Brasileira foi escrito e narrado pelo maestro Ricardo Rocha, fundador e diretor musical da Sociedade Musical Bachiana Brasileira (1986), Bem de Utilidade Pública Federal desde 2000, e Prêmio de Cultura do Estado do RJ de 2009 em Música Erudita.

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“Dedico esse podcast ao conjunto de obras mais importante da história de nossa  música, o das Bachianas Brasileiras, aqui consideradas a coerência de estilo, a unidade da linguagem e a visceral afinidade estética existente nesse enorme painel escrito entre 1930 e 1945 por Villa-Lobos, na fase mais madura de seu domínio oficinal. (…)

É um trabalho autoral, uma visão que foi sendo não construída, mas percebida e descoberta a partir de dados que me foram aparecendo devagar e que fui conectando aos poucos, ao longo de anos e décadas de contato e execução de obras de Villa-Lobos, como as coleções dos Choros e das Bachianas Brasileiras, o Sexteto Místico, o Nonetto e várias outras” – ressalta o maestro, que também assina a regência das gravações realizadas pela Orquestra Bachiana Brasileira, no Rio de Janeiro, e pela Orquestra Filarmônica de Südwestfalen, na Alemanha.

YouTube:  https://youtu.be/SeddZ8dqZYk

 

‘carta’ na Fuga da Bachianas Brasileiras n.7

O final do podcast é focado em 1942, ano de nascimento da “Bachianas Brasileiras n. 7” e, também, da morte de Stefan Zweig, cerca de um ano depois dele ter escrito o famoso livro “Brasil, País do Futuro”. Representando o Brasil como um grande e caudaloso rio que caminha para o mar, o trabalho é encerrado com a Fuga da Sétima Bachiana, como sendo uma das cartas a que Villa se referiu em sua famosa declaração: “– Considero minhas obras como cartas que escrevi à posteridade sem esperar resposta”. Essa reflexão sobre o ciclo representa o testemunho da crença de um futuro promissor para o Brasil.

Roteiro e narração – Ricardo Rocha

Edição de áudio – Rafaela Marsico, produtora cultural

 

 

 

 

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-Cláudia Tisato-

Assessoria de Imprensa

 

 

 

 

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