O mundo precisa de mim, o mundo precisa de você! Veja carta aberta pelos pobres aos líderes nos países e nações da terra

Juntos podemos mais

O Coronavírus (COVID-19) coloca a todos nós, seres-humanos, que na mesma medida agimos uns com os outros enquanto seres desumanos, em alerta e estado de reflexão sobre a importância da vida. São atualmente 194 países, de todos os cantos da Terra, já com caso de COVID -19, número de infectados de 200 mil pessoas, e número de mortes 4, 5%, mesmo diante dos controles de saúde e barreiras criadas. Um número de casos fatais amedrontador, que causa pânico e comoção, uma vez que cada um de nós sabe de sua finitude, mas não pensa sobre ela, e eventos como o COVID-19 demarcam que enquanto Humanidade, somos muito frágeis.

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Neste sentido, importante a responsabilidade e solidariedade dos cientistas que se encontram debruçados sobre uma cura, de que esta cura não seja somente para alguns, aqueles que  possam pagar, mas que inteligência destes cientistas produza uma cura que seja para todos, sem precedência de um país sobre o outro.Essencial que grandes empresários, e chamamos atenção para as 500 pessoas mais ricas do planeta, que detenham 6 bilhões  de todos os recurso econômicos do mundo, dentre eles os 10 mais ricos, Jeff Bezos da Amazon,  Bill Gates da Microsoft, Bernard Arnault da Christian Dior e LVMH, Elon Musk da Tesla e SpaceX,  Warren Buffett  da Berkshire Hathaway,  Amancio Ortega da nditex , Mark Zuckerberg  da Facebook ,  Larry Page da Alphabet,  Carlos Slim da America Movil e  Sergey Brin  da Alphabet, que se comprometam por si e por suas mega-empresas que qualquer produto de cura do CONVID-19 não pertença ou tenha precedência de uma empresa, uma Nação , ou há uma pessoa ou grupo de pessoas, mas  PERTENÇA A  HUMANIDADE!

Vital que outros empresários, em seus comércios de rua, de rede de franquias, representações comerciais, prestação de serviços , compreendam que praticarem na venda de alimentos básicos (arroz, milho, feijão, açúcar, sal, e outros) , produtos essenciais a higienização (álcool gel , mascaras) , execução de serviços vitais de manutenção de redes de energia, de sistemas de comunicações, de transportes de doentes, de transporte em geral , entre outros,  valores extorsivos, que vise lucro em cima do contexto da COVID-19, condene não a quem não pode comprar o produto, o serviço,   mas a um exponencial superior de pessoas e de mortes, que certamente constitua-se em círculo não virtuoso, que condene não alguns mas a milhões, arriscando-se a condenar a si próprio e entes queridos.

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E por que as pessoas de poder , seja do conhecimento cientifico, dos recursos econômicos e dos poderes políticos e locais devem compreender que a CURA da COVID -19 pertença a Humanidade? Que devam agir com solidariedade e fraternidade na venda de seus produtos e serviços? Por que o contrário, pode representar uma opção das lideranças, autoridades, tanto publicas como privadas, e de pessoas em geral, por ideias e posturas , que concretizem  políticas  de extermínio de pobres, negros, crianças, idosos, gestantes, e das periferias (países e comunidades),  em prol de salvaguardar fortunas, projetos de vidas baseados em riqueza própria e de um círculo social. Se assim for, se a opção for pela riqueza e os projetos de vida na riqueza, este Mal tem nome: Genocídio dos indivíduos mais frágeis e, isto não encontra amparo em que qualquer livro sagrado, pensamento filosófico e/ou sabedoria científica ou política. Devemos, pois, a nós mesmos as lições de aprendizado  com a  história Humana, com as guerras de vários tipos, inclusive recentes,  e as pragas já enfrentadas, entre estas a gripe espanhola, varíola, as gripes asiáticas HN1 e H3N2, assim como outras doença que impactaram socialmente o mundo, como a AIDS e câncer, que quando lideranças e cidadãos de qualquer pais do mundo  abdicam de valores como a solidariedade e a fraternidade social na busca e nas soluções para contexto com estes, estão fadados a extinção concreta de parcela substancial da Humanidade, que abarca membros de suas famílias, da vizinhança, de seu  círculo social , de lideres e autoridades e arriscam a suas próprias vida, pois esse é o risco,  independente do quanto não seja democrática a COVID-19, considerando que  aniquilará em maior numerário  os mais frágeis social e economicamente, a COVID-19 pode ceifar qualquer vida…

Para além, corramos o risco pelo Mal que represente uma decisão de rifar a cura da COVID-19, de sonegação de recursos de tratamento para os mais pobres, mais frágeis, de  vindimar a própria condição Humana,  o que  não pode nem deve ser banalizado. Não é hora, portanto,  de focalizar as soluções na vaidade do reconhecimento de ser o produtor de uma cura, ou nos lucros dos capitais, nas altas e baixa de ações e juros, que se é capaz de alcançar como detentores de tratamentos, de insumos necessários ao tratamento e de uma eventual cura, ou na produção de êxito político nos processos eleitorais dos países  que se possa angariar detendo o discurso da propriedade da cura, tudo isto é muito mesquinho e muito pequeno , frente a tragédia que represente a sonegação de tratamento e de cura a Humanidade.

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Muito mais a ganhar na sabedoria e na estratégia de vida que é adotar a cura para todos e de forma gratuita. Não devemos nos deixar levar pelo medo que gere diante de uma mazela humana como o CORVID-19, à segregação social  quanto tratamentos e a cura, e a violências sob a bandeira de nos defendermos da contaminação em face de outras. Não há como HUMANIDADE,  pelos  líderes de países, nações , religiões, comunidades, pelos cidadãos admitir o sacrifício de idosos,  por terem mais de 80 anos , de pobres e miseráveis, em seus países ou em outros países., pois isto tem nome , e  o nome é Genocídio.

Assim, clamamos enquanto humanos aos nossos pares  Human@s, para agirmos em prol de que a Cura do COVID-19 seja um patrimônio de todos e todas, com patente liberada, e distribuição gratuita ou por preço módico, e que no processo da busca da cura, às Nações mais ricas tomem atitudes de acolhimento, auxílio, e solidariedade com as Nações mais pobres, enviando recursos humanos, tecnologias, recursos de saúde (remédios, insumos e outros), para os países mais pobres (África, América Latina) de modo a aliviar os sofrimentos diante do COVID -19 , que são acentuados pela pobreza.

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Bem como adotem os países, os Estados medidas internas de garantir que os mais pobres tenham condição de sobreviver ao longo da quarentena, de terem renda para compra de itens essenciais como manter a sua moradia, ou de ter abrigo no caso dos moradores de rua, desabrigados por eventos naturais ou não (enchentes, queimadas e etc.), de comida pelo menos 3 (três) ao dia, segurança em roupas que atendam aos climas dos países, acessos a projetos de higiene e prevenção (como álcool e mascaras), além de possibilidade por serviços essenciais, como luz, gás, internet, água, processarem seu dia a dia, sendo nos próximos 120 dispensados de cobranças. Politicas sociais básicas em prol de alguma qualidade vida para os mais pobres. Bem como, clamamos para que as PESSOAS MAIS RICAS do mundo, se proponham a constituir um fundo em dinheiro, e não somente em dinheiro, mas também de recursos como inteligência, dedicação de pessoas e tecnologias, que apoiem as ações de Nações e Estados, de modo a acudir as pessoas mais pobres e miseráveis, em especial idosos, crianças de até 6 anos, e salvar vidas sem olhar a quem, pois e disto que ora se trata: salvas vidas sem olhar a quem! Resta somente, ao final, pedir que todos orem, rezem, para @s Deus(es) de sua crença por toda a Humanidade, pela saúde e restabelecimento da saúde de cada pessoa, idos@, trabalhador das áreas essenciais: saúde, coletores de lixo, sistemas de tratamento das águas, energia, e outras, crianças, gestante, outras minorias mais suscetíveis, e por todos nós.

Sejamos nesta hora tão difícil, de desespero ABENÇOADO com a vida, a sabedoria, sonoridade e a coragem e não nos falta e força para resistir e vigiar em face da ganancia e que nos encha coração e mente de esperança, que nos conduza a decisões pelo bem maior: a Humanidade.

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“Estamos vivendo momentos extremamente difíceis diante da pandemia que vem se instaurando em nossa sociedade global. Precisamos criar estratégias plausíveis e que possam abarcar, horizontalmente, toda a sociedade. Não podemos aceitar que medidas sejam pensadas e tomadas versando apenas uma parcela da população brasileira. Precisamos compreende que boa parte  população brasileira não tem acesso a habitação, saúde básica e nem muito menos aos meios de consumos necessários para a sobrevivência. Então, como podemos construir medidas de equidade social que possam incluir toda a sociedade brasileira? É sobre este ponto que a carta, assinada por várias entidades e grupos sociais, vem questionar as eficácia das medidas proposta pelos aos atuais governantes da nossa sociedade”, depõe do Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos – CEAP

Para Claudia Vitalino, da UNEGRO – “O governo  está protegendo a população povo brasileiro mas se esqueceu de incluir os pobres que moram nas favelas. Gueto e periferias que ultrapassam 64% da população de vivem a baixo da linha da miséria que vendem bala pra comer. Sem dinheiro pra compra álcool gel, moradores de espaços de 4 metros quadrados em grupos de 5 , 10 ou mais pessoas”

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“O Brasil tem mais de 12 milhões de pessoas morando em favelas, que não tem as mesmas condições que as pessoas do perímetro urbano tem para se proteger e é fundamental que as instituições públicas e empresários deem uma maior atenção para essa parcela da sociedade e esta carta fala sobre isso, sobre ser solidário com as pessoas menos protegidas, ela fala sobre amor ao próximo”, alega Geraldo Coelho / FFB

Beatriz Silveira e Santos, que é da Nova Frente Negra Brasileira, também assina a carta. “A carta é dos movimentos negros que a assinam, suprapartidários, falando do lugar de fala dos mais pobres, periféricos e pretos. Que não estão preocupados com bolsa de valores ou cotação do dólar. Hoje essas pessoas estão preocupadas com a política de vida que será proposta e que lhes garanta a sobrevivência.  Política esta que garanta o prato de comida, medicações, acesso digno aos serviços de saúde. Que garanta o mínimo de dignidade para a faxineira que perdeu suas diárias, para o ambulante que não tem como comprar ou vender seus produtos e da assistência aos invisíveis que hoje habitam as diversas ruas do nosso país. Qual é a política solidária proposta hoje, diante da crise, para os mais pobres e periféricos?”

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A liderança Clátia Vieira – Coordenação Executiva do Fórum Nacional de Mulheres Negra, afirma que – “No momento em que o mundo esta passando por uma crise de saúde, onde o não investimento nas politicas de prevenção na saúde pública, o desmonte da saúde e assistência social, vai pesar e muito, a realidade dos territórios onde vive a população negra e coincidentemente mais pobre, miseráveis é preocupante. Vivemos em territórios onde a coleta de lixo e precária,o desemprego cresce com velocidade, a fome hoje já e uma realidade e o saneamento não são para todos, o retrocesso nos investimentos das necessidades básicas nas comunidades, um total e real abandono politico, tudo isso vai acentuar e contribuir muito para o avanço do COVID19.

 

Assinam a carta

UNEGRO RJ  – União dos Negros pela Igualdade do RJ –  Claudia Menezes Vitalino
NFNB – Nova Frente Negra Brasileira  – Beatriz Silveira e Santos
FFB  – Frente Favela Brasil – Geraldo Henrique dos Santos Coelho
CEN – Coletivo de Entidades Negras – Deusimar Correa
CEDINE – Conselho Estadual do Direito do Negro – Luiz Eduardo Negrogun
MNU – Movimento Negro Unificado – Fatima Andrea Monteiro
ANAN – Associação Nacional da Advocacia Negra – Angela Borges Kibangu de Andrade
CNAB – Congresso Nacional Afro Brasileiro – Alfredo de Oliveira Neto
UNEGRO – Brasil – Ângela Cristina Santos Guimarães
CEAP – Centro de Articulação de Populações Marginalizadas – Ivanir dos Santos
Fórum de Mulheres Negras – Clátia Vieira

 

 

 

 

 

 

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-Rozangela Silva-

Assessoria de Imprensa

 

 

 

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