
O descaso ultrapassou todos os limites aceitáveis. Hoje, segunda-feira, 24 de agosto, completa-se a marca de 16 dias consecutivos de apagão total de TV e internet para os moradores da Rua Marangá, na Praça Seca, além de diversas vias vizinhas que sofrem com o mesmo abandono tecnológico.
A justificativa da operadora Claro permanece a mesma: a velha muleta da segurança pública. No entanto, a paciência da comunidade esgotou. O argumento corporativo foi rebatido de forma contundente pelos usuários: se a criminalidade fosse justificativa para cortar o sinal de quem paga as contas em dia, o Rio de Janeiro inteiro estaria desconectado.

Enquanto a operadora Claro usa a segurança pública como desculpa, comerciantes, estudantes e trabalhadores tentam sobreviver roteando a internet do celular - Foto: Divulgação
A indignação é ainda maior porque a desculpa da empresa não se sustenta na prática. Uma moradora da localidade expôs a contradição:
"A rua não fica dentro de comunidade. Inclusive, sempre vejo um ou até dois carros da Claro circulando nas proximidades da nossa rua, mas não vejo ninguém resolvendo nada! O que nós queremos agora é que retirem o ponto de distribuição que fica bem na esquina da Rua Doutor Bernardino!" - Desabafo de uma moradora da Rua Marangá.
@ Portal AL 2.0.2.6