Unidos pela fé! Mórmons se mobilizam para arrecadar verba para terreiro que sofreu intolerância religiosa no Rio

Religiões unidas pelo respeito e pela fé

Quando o respeito rompe fronteiras

Um verdadeiro ato de solidariedade une religiões de matriz africana e cristã. Mórmons se mobilizam para arrecadar verba para terreiro que sofreu intolerância religiosa no Rio.

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Nessa semana (madrugada de terça), um terreiro em Nova Iguaçu, foi invadido, incendiado, quebrado e com o seu sagrado ultrajado, em mais um ato de intolerância religiosa. Mas o respeito se fez presente. Em ação conjunta com a CCIR, que tem como interlocutor o babalawô Ivanir dos Santos, a igreja cristã dos mórmons – Igreja de Jesus dos Últimos Dias, fará uma campanha de arrecadação de verba para a reconstrução do espaço, liderada por lltamar Paiva, que é integrante da igreja, com sede no bairro.

“Temos fé, independente de religião”

atestou Iltamar, que é cristão há mais de 20 anos, na área em que o terreiro foi invadido.

Iltamar esteve ontem, no terreiro a pedido de Ivanir dos Santos, para se solidarizar com o pai de santo e prontamente se ofereceu para ajudar, onde pretende mobilizar sua igreja.

“A CCIR cobra das autoridades providências urgentes para que esse fato não configure como mais um nas estatísticas dos casos não solucionados”

atesta Ivanir do Santos.

Entenda o caso: O Centro Espírita Caboclo Pena Branca (Ilê Axé T’OgumJá Yyá Omim Ypondá), foi invadido na madrugada dessa terça (8 de maio). O Barracão pertence aos Sacerdotes Sergio Malafaia D Ogun e Marcia D Oxum. Segundo depoimentos de Sergio, nada foi roubado, mas destruíram e quebraram peças e assentamentos sagrados, assim como um quarto e o teto do barracão incendiados e só não foi pior, porque uma vizinha acionou o corpo de bombeiros.

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Visivelmente abalado, Sergio fez ocorrência, registrado na 56º Delegacia Policial de Comendador Soares, sob o Boletim de número 056-02638/2018.

Além de prejuízo financeiro, social e religioso, picharam as paredes com palavras e insultos como “fora macumbeiros”, “aqui não é lugar de macumba” e “vai tomar no…”.

Além de integrantes da CCIR, presença de Jorge Luis, do Gabinete do Prefeito e Dayse Marcello, Diretora dos Direitos Humanos da Secretaria de Assistência Social de Nova Iguaçu, onde pretendem acompanhar o caso.

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Em tempo: Nova Iguaçu, principal Município da Baixada Fluminense, lidera nas pesquisas com barracões e terreiros invadidos por questões de intolerância religiosa, e os bairros mais atingidos são Cabuçu e Parque Flora.

 

 

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– Rozangela Silva – 

Assessoria de Imprensa

 

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