Sem apoio da prefeitura do Rio, Copacabana celebra sua 22ª Parada LGBT

'Resistindo à LGBTIfobia, fundamentalismo, todas as formas de opressão e em defesa do Rio'

A Zona Sul do Rio ficou mais colorida neste domingo, 19 de novembro, foi realizado a 22ª  edição da Parada LGBT(Lésbicas, Gays , Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) de Copacabana. Segundo estimativa dos organizadores da Parada, 800 mil pessoas estiveram na maior manifestação social de direitos humanos do Rio de janeiro. O tema deste ano de 2017 foi: ‘Resistindo à LGBTIfobia, fundamentalismo, todas as formas de opressão e em defesa do Rio’, resistência”, palavra-chave do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, organizador deste megaevento, vocábulo importante contra todos os acontecimentos ruins que vem acontecendo no Brasil, principalmente no Rio de janeiro. O evento contou com a presença da bateria da Estação Primeira de Mangueira e de várias celebridades, Pabllo Vittar, Daniela Mercury, Preta Gil, Valesca Popozuda, IZA e Lexa, entre muitos outros artistas.

Alguns arcos de balões das cores do arco-íris decoravam os seis Trios-elétricos que comandaram a festa com shows de Lorena Simpson, Yann, Sara e Nina, Leila Maria, Cariúcha, Candybloco, DJ Paulo Pringles e Bloco Exagerado. Uma das grandes estrelas do filme “Divinas Divas” de 2016, a travesti Jane Di Castro abriu o evento cantando o hino nacional brasileiro.

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