Roda de conversa sobre religiões, IFCS recebeu o Dr. Steed Davidson e Dra Leah Gipson, de Chicago

IFCS / UFRJ

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O Evento aconteceu na noite de sexta, na sala 106, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ). Contou a participação do Prof. Doutor Steed Davidson e da professora Doutora Leah Gipson, de Chicago, com apoio na tradução de Carlos Alberto Medeiros e mediação do Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos.

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A roda de conversa sobre Religiões de Matrizes Africanas no Brasil, aconteceu em clima de troca de experiência e aprendizado. A dupla esteve no Rio, para reunir dados para pesquisa sobre raça e religiosidade. Davidson é o autor de Império e Exílio: leituras pós-coloniais de textos selecionados do livro de Jeremias, bem como escrever, ler a Bíblia na perspectiva pós-colonial e um co-editor de ilhas, ilhéus e a Bíblia: RumiNations. Atualmente, ele é co-autor da crítica bíblica pós-colonial: um guia para a perplexidade e co-edição alteridade profética, ambos devem ser concluídas em 2019. É autor de vários ensaios que exploram a Bíblia hebraica, gênero e várias perspectivas críticas.

E Leah Gipson é uma artista interdisciplinar e professora assistente do Departamento de Arteterapia da Escola do Instituto de Arte de Chicago (SAIC). A prática artística de Gipson usa a especificidade da cultura para desenvolver idéias para a transformação social. Esta prática é informada por suas experiências profissionais de trabalhar com sobreviventes de violência sexual, adultos que vivem com dependência, mulheres que foram encarceradas, mulheres que sofrem de falta de moradia e indivíduos que vivem em lares psiquiátricos e residenciais. Sua compreensão da arteterapia vem do feminismo negro e da Igreja Negra, que enfatizam a liderança comunitária e as mulheres e meninas. Ela tem trabalhado em projetos nos bairros do lado oeste de Chicago desde 2009 para tratar de problemas de desigualdade e lançou uma série de projetos participativos colaborativos.

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“Temos como objetivo entender como é esse processo aqui, passar nossas experiências e adotar mecanismos de transformação e orientação contra atos racistas e de intolerância religiosa”, alegou Dra. Leah.

Entre perguntas e diálogos, a roda recebeu professores, religiosos e estudantes de mestrado e doutorado, que entendem a importância em abordar a intolerância religiosa – um fenômeno complexo alimentado por múltiplos fatores, dentre os quais estar os baixos níveis da empatia de pessoas religiosas para com outras que professam uma fé distinta. No Brasil, atualmente o tema da intolerância religiosa tem estado em voga, devido aos inúmeros casos praticados contra as religiões de matriz africana.

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Segundo o Prof. Dr. (UFRJ/IFCS) Babalawô Ivanir dos Santos – “O intuito da mesa de debate serviu para fomentar diálogos plausíveis que possam fortalecer as nossas lutas e resistências contra as intolerâncias, racismo e todas as formas de preconceitos dentro e fora do espaço acadêmico. Contra a violência, racismo e intolerância religiosa, que passa a ser de extrema importância em todo o mudo, que é diversificado e repleto de crenças”. Ivanir é interlocutor da Coordenadoria de Experiências Religiosas Tradicionais Africanas, Afro-Brasileiras Racismo e Intolerância Religiosa, alojada no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais.

 

 

 

 

-Rozangela Silva-

Assessoria de Imprensa

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