Segunda, 04 de Maio de 2026
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Janguiê Diniz fala sobre as catástrofes naturais do mundo - Terra que agoniza – e revida

Janguiê Diniz fala sobre as catástrofes naturais do mundo - Terra que agoniza – e revida

Jornalista Anderson Lopes
Por: Jornalista Anderson Lopes
31/08/2021 às 17h21
Janguiê Diniz fala sobre as catástrofes naturais do mundo - Terra que agoniza – e revida
Foto: Reprodução

Nos últimos anos, temos acompanhado, muitas vezes com espanto e pesar, notícias de desastres naturais que causam grandes danos em diversas partes do planeta. Ciclones, furacões, enchentes, ondas de calor. As manifestações da natureza vêm crescendo em número e intensidade. E os principais culpados parecemos ser nós mesmos, a raça humana. Com tanta usura indiscriminada dos recursos fornecidos pela Terra, chega uma hora que todo o ecossistema entra em desequilíbrio, acarretando nessas claras demonstrações de que a natureza pede socorro. E nós precisamos escutar esse grito.

O Haiti, um dos países mais pobres do mundo, sofreu recentemente com uma série de terremotos – o mais forte chegou a 7,2 de magnitude – que deixaram mais de 2 mil mortos e 12 mil feridos. Na Europa, chuvas torrenciais causaram enchentes que levaram também a mortes e destruição. Já no Canadá, foi o calor que trouxe problemas de saúde e óbitos. Nitidamente, o planeta demonstra não estar bem, o que torna urgentes medidas compensatórias. Não se pode mais continuar a exploração desenfreada do que a terra e os mares nos dão, a poluição do ar, a devastação das florestas. Há que se rever os modelos de desenvolvimento dos países, principalmente os mais industrializados, de forma a compatibilizá-los com a preservação ambiental. Chega a ser redundante e óbvio este tópico, mas, ao que tudo indica, ainda não estamos agindo da maneira correta.

 

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No Brasil, por exemplo, somos abençoados por não sofrer, por exemplo, com terremotos ou furacões. No entanto, outros eventos naturais adversos têm ocorrido. Temos também uma rica diversidade de fauna e flora, mas que vem sendo cada vez mais dizimada. Na ânsia pelo lucro, pelo consumo e pelo crescimento, muitos relegam o cuidado com a natureza a segundo plano. Mas a conta vai chegar – na verdade, já está sendo cobrada, em parcelas crescentes.

As legislações e os códigos de proteção dos recursos naturais precisam ter definições muito claras e, acima de tudo, contar com fiscalização e aplicação rigorosa das sanções a quem os descumprir. Claro que é possível, e até benéfico, impulsionar o desenvolvimento do agronegócio, um dos principais setores da economia brasileira, mas este não pode, jamais, estar acima do desenvolvimento ambiental. Ambos devem caminhar lado a lado. Ora, é preciso ter em mente que destruir a natureza será, a longo prazo, prejudicial inclusive para a agricultura, pecuária e setores em geral.

Não podemos negar que as mudanças climáticas, em grande parte causadas pela ação humana, têm temerosos reflexos. Algumas dessas alterações chegam a ser consideradas irreversíveis. O que resta é trabalhar para salvar o que ainda pode ser preservado. Sim, há esperança de um futuro mais verde e saudável, mas, para que ele se torne realidade, ainda serão necessárias grandes doses de esforço coletivo, em níveis local, regional e global, para manter a balança do clima e da natureza equilibrada. Caso contrário, nessa briga, certamente sairemos perdedores.

 

-Comunicação Instituto Êxito-

Janguiê diniz - Foto de Capa: Divulgação

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