Segunda, 18 de Maio de 2026
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Seis escolas do grupo A mostraram com muita 'garra' que querem sua vaga no especial

Seis escolas do grupo A mostraram com muita 'garra' que querem sua vaga no especial

Jornalista Anderson Lopes
Por: Jornalista Anderson Lopes
10/02/2018 às 19h00

A noite foi de glamour na Marquês de Sapucaí nesta sexta-feira, 9, com a abertura do Carnaval 2018. Seis escolas de samba do Grupo A abriram o maior espetáculo da terra com chave de ouro, apesar de todas as dificuldades, tudo correu bem.

 

GRES Unidos de Bangu  

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“ETERNIZA ESSE CANTO YORUBÁ”

Primeira escola de samba a entrar na avenida, a unidos de Bangu veio querendo mostrar que na série A é o seu lugar.

Com muita garra e luxo a escola mostrou otimista e, sim foi de arrepiar ouvir a escola cantar sobre nossa ancestralidade trazendo a travessia da Calunga Grande e a nobreza negra no Brasil", a escola buscou valorizar a nobreza negra da qual o povo é brasileiro é descendente, deixando de lado o estereótipo de povo escravizado.

Clica no link pra ver as fotos do GRES Unidos de Bangu

 

 

GRES Império da Tijuca

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”O BANQUETE PARA O REI VAMOS TE OFERECER

ESPELHO DE GENTE GUERREIRA

QUE DÁ O SUOR NA LABUTA, E FAZ OLUBAJÉ”

 

Foi um verdadeiro banquete de cultura negra na Império da Tijuca.

A escola falou de Chico Rei, Ganga Zumba personagens da nossa cultura, trazendo no seu último carro um a história do banquete de purificação religioso oferecido ao orixá Omulu. Nas alas finais, o “banquete” levou fantasias representando panelas de barro, frutas e acarajé. Teve também chuva de pipoca em um dos carros alegóricos, que carregou 10 quilos pela avenida.

Clica no link pra ver as fotos do GRES Império da Tijuca

 

 

GRES Acadêmicos do Sossego

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“NEGRA MAGIA, HOGANS, MAMBUS, ATABAQUES, RAÍZES VODUS"

 

Fazendo sua estreia no grupo especial, a escola cumpriu a promessa de misturar culturas e, representou num mesmo desfile de elementos culturais muçulmanos a judeus, passando ainda por cristãos, egípcios e celtas.

Com muitos carros alegóricos lembrando rituais religiosos como os maias, a escola teve um destaque maior na ala da Baiana, falando do misticismo do Islâmico.

Clica no link pra ver as foto do G.R.E.S Acadêmicos do Sossego 

 

 

GRES Porto da Pedra

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“A ALMA DO BRASIL ECOOU, RELUZIU

AO SOM DA RÁDIO NACIONAL

PAIXÃO SEM IGUAL" 

 

A escola do município de São Gonçalo trouxe a história de dez cantoras que marcaram a história do rádio no Brasil: Linha e Dircinha Batista, Marlene, Dalva de Oliveira, Mary Gonçalves, Emilinha Borba, Ângela Maria, Vera Lucia, Dóris Monteiro e Julie Joy.

A escola lembrou também das macacas de auditório com fantasias rosa - choque e casca de banana bem chamativas.

Belíssima homenagem aos grandes “Cantores do Radio”, o público relembrou e delirou.

 

 

 

GRES Renascer de jacarepaguá

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“ MINHA FLORESTA, MÃE DE TODA MATA... JÁ É MADRUGADA, O DIA VAI NASCER"

 

Com inspiração Amazônica, a escola Renascer de Jacarepaguá fez com que o verde se tornasse uma das cores mais presentes na apresentação da escola.

Mesmo com toda dificuldades encontra pela escola devido a vários problema no decorrer de 2017, a escola brilhou com seus foliões vestidos de jacaré-açu, sapo-cururu, papagaio e cobra grande. Já as fantasias do casal de mestre-sala e porta-bandeira seguiram a mesma linha e traziam representações de borboletas e da vitória-régia.

Outros animais também inspiraram alas como a do tucano, do macaco-guariba e do boto cor-de-rosa. A das passistas veio com fantasias de arara-vermelha e a bateria de onça-pintada. O folclore também foi lembrado na ala Saci-Pererê, enquanto as baianas se vestiram de sereia Yara.

Clica no link pra ver as fotos do GRES Renascer de Jacarepaguá

 

 

 

GRES Estácio de Sá

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“EU SEI, TUDO TEM UM PREÇO... GANHEI O TEU APREÇO, VIM ALEMAR"

 

Última escola a desfilar, a Estácio de S falou das primitivas trocas de mercadorias, passando pela venda de porta em porta, feiras livres (com direito a distribuição de frutas), supermercados e comércio popular até chegar ao mercado da internet.

O escambo foi representado pela fantasia da porta-bandeira, repleta de espelhos – objeto que despertava encanto entre índios e acabavam sendo trocados por outras mercadorias com os descobridores portugueses, como o pau-brasil. A ala dos índios espelhados também contava essa história, além do carro abre-alas (ornamentado com um mosaico de espelhos sobre o corpo de um enorme índio).

Um desfile de muita alegria por também estar comemorando seus 90 anos, a escola veio sim em um luxo a mas.

 

Confira: Escolas da Série A encerram segundo dia de desfiles na Sapucaí, agora é a vez do Grupo Especial!

 

 

 

Fotos: Site Sambrasil - parceiro Site AL

Patrocinador Projeto Itinerante Samba Bom 

 

Por - Andrea Lacocca -

Jornalista / Assessora de Imprensa

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