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Vini Jr. brilha, Brasil amassa a Escócia e avisa que o Hexa nunca esteve tão perto
Camisa 7 iguala marca de Ronaldo e Romário ao marcar em três jogos seguidos
25/06/2026 00h26
Por: Redação AL Fonte: Copa do Mundo 2026
Vini Jr. - Foto de Capa: FIFA via Getty Images

Esqueçam as dúvidas, os questionamentos e qualquer desconfiança. O Hard Rock Stadium testemunhou, nesta quarta-feira (24), a consolidação de uma Seleção Brasileira implacável, que atropelou a Escócia por 3 a 0. Mas, acima de tudo, o mundo do futebol se curvou mais uma vez diante do óbvio: a Copa do Mundo de 2026 tem um dono, e ele veste a camisa 7 do Brasil. Vinícius Júnior não apenas joga; ele dita o ritmo da história.

Em uma noite de gala nos Estados Unidos, Vini Jr. comandou o show, balançou as redes duas vezes e garantiu a liderança isolada do Grupo C. O Brasil avança às oitavas de final jogando o fino da bola, com a autoridade de quem sabe exatamente o que quer.

Quem tenta parar Vinícius Júnior hoje em dia está apenas aceitando o papel de coadjuvante em um espetáculo individual. Aos 7 minutos de jogo, o craque recebeu um passe açucarado de Rayan e, com a frieza dos predestinados, abriu o placar.

Quando a Escócia tentava se segurar para ir ao intervalo com uma desvantagem mínima, veio o golpe de misericórdia. Nos acréscimos da primeira etapa, Bruno Guimarães achou o camisa 7, que estufou as redes mais uma vez.

Um feito para os livros de história: Com o duplo doblete, Vini Jr. atingiu a marca lendária de marcar em todos os três primeiros jogos de uma Copa pelo Brasil. Agora, seu nome repousa ao lado de mitos como Jairzinho, Romário, Ronaldo e Rivaldo. Ele não quer apenas o título; ele quer a imortalidade.

Se Vini Jr. foi a faísca, o meio-campo brasileiro foi o motor. Bruno Guimarães deu um recital de futebol vertical, distribuindo duas assistências magistrais. No segundo tempo, Matheus Cunha fechou a conta aos 15 minutos, transformando a vitória em uma goleada incontestável.

Para completar a noite mágica da torcida em Miami, o roteiro guardou um momento cinematográfico: após 982 dias de calvário por lesões, Neymar pisou novamente no gramado com a Amarelinha aos 30 minutos da etapa final. Um retorno simbólico que eleva ainda mais o patamar psicológico deste grupo comandado por Carlo Ancelotti.

 

Vinícius Júnior celebra um de seus gols com Lucas Paquetá, traduzindo a alegria e o entrosamento do ataque brasileiro na Copa do Mundo - Foto: FIFA via Getty Images

 

Brasil encerra a primeira fase invicto, mostrando o ataque mais demolidor do torneio até aqui.

1º Brasil – 7 pts (Saldo +6) — Classificado

2º Marrocos – 7 pts (Saldo +3) — Classificado

3º Escócia – 3 pts (Saldo -3)

4º Coreia do Sul – 0 pts (Saldo -6)

 

A fase de grupos ficou para trás. O Brasil agora arruma as malas para Houston, onde aguarda o desfecho dos outros grupos para conhecer seu adversário nas oitavas (que sairá do cruzamento com Holanda, Japão ou Suécia).

A mensagem enviada para as outras potências mundiais foi alta, clara e devastadora: o Brasil recuperou a sua alegria, o seu futebol arte e tem o jogador mais decisivo do planeta. Quem tiver que cruzar o caminho da Amarelinha no mata-mata que comece a rezar. O Hexa não é mais um sonho distante; é uma contagem regressiva.

 

 

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