O planeta Terra parou. Na última quinta-feira, 11 de junho, o lendário Estádio Azteca, na Cidade do México, transformou-se no epicentro do futebol mundial ao dar o pontapé inicial para a maior e mais ambiciosa Copa do Mundo de todos os tempos. Pela primeira vez na história, o torneio expandiu-se para 48 seleções e três nações anfitriãs, e a primeira das três cerimônias de abertura entregou um espetáculo arrasador que uniu tradição mística e pura energia pop.
Antes de a bola rolar, o Azteca ferveu com uma festa visualmente deslumbrante. A cerimônia celebrou a rica herança cultural mexicana com cores vibrantes, danças folclóricas e tecnologia de ponta.
O ápice musical veio com a rainha das Copas, Shakira. Acompanhada pelo astro nigeriano Burna Boy, a cantora incendiou o estádio ao cantar "Dai Dai", a música oficial do torneio. Logo após o turbilhão pop, o tenor italiano Andrea Bocelli trouxe lágrimas aos olhos de milhares de torcedores com um dueto lírico emocionante, elevando a solenidade do momento histórico.
Com o estádio transformado em um caldeirão pulsante, a seleção do México não decepcionou e venceu a África do Sul por 2 a 0, assumindo a liderança isolada do Grupo A.
O domínio mexicano foi construído com autoridade:
O primeiro gol: Julián Quiñones abriu o placar, explodindo as arquibancadas do Azteca.
A consagração: O experiente Raúl Jiménez selou o placar de pênalti.
O cenário: A África do Sul foi completamente sufocada pela pressão mexicana e terminou o confronto com dois jogadores expulsos, sem forças para reagir ao ímpeto dos donos da casa.
A festa mexicana foi apenas o primeiro ato de uma trilogia monumental. Nesta sexta-feira, 12 de junho, a febre do futebol toma conta dos outros dois gigantes da América do Norte com duas novas cerimônias de abertura:
Toronto (Canadá): Às 14h30 (de Brasília), com shows de Alanis Morissette e Michael Bublé, antes do duelo entre Canadá e Bósnia.
Los Angeles (EUA): Às 20h30 (de Brasília), no moderníssimo SoFi Stadium, um megashow com a brasileira Anitta, Katy Perry e LISA antecede o confronto entre Estados Unidos e Paraguai.
A Copa do Mundo de 2026 começou gigante, histórica e absolutamente eletrizante.
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