O asfalto da Praça Seca exige respostas urgentes. Hoje, dia 19 de maio, os moradores do bairro completam uma semana e meia de isolamento digital forçado. A operadora Claro interrompeu o fornecimento do sinal de internet em diversas ruas, deixando trabalhadores em home office, estudantes e famílias inteiras sem qualquer previsão real ou respeito pelo consumidor.
A indignação tomou conta da região. O sentimento geral é de que a empresa está descumprindo o contrato e fazendo o povo de lesado. Quem liga para o suporte técnico recebe uma enxurrada de respostas contraditórias e prazos falsos que mudam a cada hora, ora dizem que o sinal volta às 13h, ora às 15h, e para alguns o prazo absurdo é jogado direto para o mês de junho. Como se não bastasse o prejuízo do serviço pago e não entregue, clientes relatam episódios inadmissíveis de ironia e deboche por parte do SAC.
Falta de Explicação e Descaso Comercial
Não há justificativa aceitável para a falta de transparência da operadora. O apagão atinge diretamente as principais vias públicas e ruas residenciais. Moradores que cumprem rigorosamente com seus deveres e pagam suas faturas em dia estão sendo penalizados pelo abandono completo da prestação do serviço e pela total falta de esclarecimentos oficiais por parte da empresa.
Medidas Judiciais a Caminho
A paciência esgotou. Diversos moradores, cansados do descaso e dos aborrecimentos repetidos na busca por uma solução, já estão acionando advogados particulares e organizando ações judiciais contra a Claro. A exigência é clara: o restabelecimento imediato da conexão, um posicionamento oficial transparente e o desconto proporcional integral nas próximas faturas pelos dias em que o serviço ficou fora do ar.
A população exige que os órgãos de defesa do consumidor intervenham imediatamente antes que o prejuízo econômico e social destrua ainda mais a rotina do bairro.
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