O presidente Donald Trump levou a tensão no Oriente Médio ao limite máximo nesta terça-feira (7 de abril de 2026), ao lançar o ultimato mais agressivo de sua presidência. Em uma demonstração de força sem precedentes, o republicano ameaçou "eliminar" a espinha dorsal do Irã, sinalizando que a paciência de Washington com Teerã chegou ao fim.
O Ultimato das 20h
O ponto de ruptura é o bloqueio do Estreito de Ormuz. Trump fixou o prazo final para hoje, às 20h (horário de Washington), para a reabertura total da via. Caso contrário, a promessa é de uma ofensiva devastadora.
"Se o Irã não recuar e abrir o Estreito imediatamente, enfrentará consequências que nenhum país jamais enfrentou antes", disparou o presidente. A retórica subiu de tom quando Trump sugeriu que o alvo não seria apenas militar: pontes, usinas de energia e infraestrutura civil estão na mira. Em uma postagem alarmante, ele afirmou que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se as exigências americanas não forem atendidas.
Escalada de Tensões e Negociações
Enquanto a ameaça paira, as forças dos EUA mantêm ataques aéreos contra a Ilha de Kharg, o coração das exportações de petróleo iranianas. Trump mantém uma estratégia ambígua: ao mesmo tempo em que fala em aniquilação, descreveu uma proposta de 10 pontos enviada por Teerã como um "passo significativo", embora tenha reforçado que o documento "ainda não é bom o suficiente" para interromper o relógio da guerra.
Analistas de segurança alertam que a linguagem de "eliminação" usada pelo comandante-em-chefe marca uma transição perigosa da pressão diplomática para uma doutrina de aniquilação total, deixando o mundo em contagem regressiva para o encerramento do prazo desta noite.
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