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Rio de Janeiro dá exemplo na vacinação: Dia D mobiliza milhares em ato de proteção e amor à vida!
Mobilização segue até 30 de maio, com vacinação gratuita pelo SUS. A prioridade é imunizar crianças, gestantes e idosos antes do período de maior circulação do vírus
04/04/2026 20h48 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação AL Fonte: Corrida pela imunização
Foto de Capa: Imagem criada com auxílio da IA

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou com alta procura nos postos de saúde do Rio de Janeiro. Com o início da mobilização e a realização do Dia D no último sábado (28), 240 mil doses foram aplicadas no estado. A vacinação é gratuita pelo SUS e segue até 30 de maio, com prioridade para crianças, gestantes e idosos. No Dia D, foram aplicadas mais de 144 mil doses em um único dia.

Em todo o país, a campanha também registrou alta adesão, com mais de 2,3 milhões de doses aplicadas nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Somente no Dia D, foram aplicadas 1,6 milhão de doses, sendo 94% destinadas aos grupos prioritários.

O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses aos estados, sendo mais de 1 milhão destinadas ao Rio de Janeiro, quantitativo necessário para intensificar a imunização nos primeiros meses da campanha. A estratégia busca ampliar a proteção antes do período de maior circulação do vírus, que ocorre no inverno. A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em postos de vacinação organizados em locais de grande circulação de pessoas.

 

 

Em pronunciamento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou a população para se vacinar e reforçou a importância da mobilização. “Não negue ao seu filho um direito que nossos pais não nos negaram. Vacinar é também um ato de amor à sua família. Vá até um posto de saúde para se vacinar, vacinar quem você ama e cuidar da sua saúde para que possamos viver um futuro mais seguro”, destacou.

Além dos grupos prioritários, a campanha contra a influenza também contempla trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, população privada de liberdade e outros públicos estratégicos. A imunização é fundamental para reduzir complicações, internações e óbitos causados pela influenza.

 

Quem pode se vacinar?

Público prioritário:

 

Demais grupos:

 

Na Região Norte, a vacinação ocorre em período diferente do restante do país, em razão das condições climáticas e epidemiológicas, como altas temperaturas e umidade, que influenciam a dinâmica de transmissão do vírus.

 

Cenário epidemiológico

Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.

Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.

 

 

Assessoria de Imprensa: -Ministério da Saúde-

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