
O Rio de Janeiro amanhece sem governo. Com a renúncia estratégica de Cláudio Castro e a martelada final do TSE, o estado mergulha no caos sucessório.
Castro tentou o drible, mas levou o cartão vermelho: está fora do jogo político até 2030.
Agora, a caneta passa para as mãos de um interventor jurídico até que a ALERJ decida, entre quatro paredes, quem herdará os restos de um mandato marcado pelo abuso de poder.
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