A soltura de Monique Medeiros, ré pela morte do próprio filho Henry Borel, ecoa como um golpe no sentimento de justiça de muitos.
Sob a justificativa de 'excesso de prazo', a decisão da juíza Elizabeth Louro coloca nas ruas quem deveria estar diante do júri.
Nosso papel aqui não é condenar antecipadamente, mas questionar: onde termina o direito do réu e começa o direito à justiça por uma criança? Não acusamos, mas não esquecemos.
Somos a favor da verdade doa a quem doer.
@ Portal AL 2.0.2.6