O Rio de Janeiro deu início, na noite deste domingo (15), à elite de seus desfiles no Sambódromo, consolidando o novo modelo de três dias de espetáculo.
A primeira jornada do Grupo Especial foi marcada por um alto nível de competitividade e luxo, onde escolas tradicionais e estreantes demonstraram que a briga pelo título de 2026 será decidida nos detalhes. Com a Marquês de Sapucaí lotada, o evento reafirmou sua importância como o maior motor econômico e cultural do verão carioca, projetando para o mundo um show de técnica, enredos sociais e plástica impecável.
1a Foto: Acadêmicos de Niterói (Imagem: @riocarnaval) / 2a Foto: Portela (Imagem: @riocarnaval) / 3a Foto: Estação Primeira de Mangueira (Imagem: @_julianafotografia)
Nesta primeira noite, quatro escolas abriram as apresentações da elite do samba carioca:
1- Acadêmicos de Niterói: Estreante no grupo, apresentou o enredo "Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil". Embora tenha tido uma estreia digna no Grupo Especial com o enredo sobre o presidente, a noite foi marcada por problemas técnicos em carros alegóricos de diversas agremiações, o que afetou a fluidez de algumas apresentações.
2- Imperatriz Leopoldinense: Foi um dos destaques da noite com uma apresentação elogiada pela crítica. A Rainha de Ramos foi amplamente considerada a melhor escola da noite. Com o enredo "Camaleônico", em homenagem a Ney Matogrosso, a escola apresentou um desfile de alto nível técnico, luxo visual e vigor na avenida, sob o comando do carnavalesco Leandro Vieira.
3- Portela: A maior campeã do Carnaval carioca foi a terceira a entrar na Avenida. A maior campeã, entrou na avenida com o enredo "O Mistério do Príncipe do Bará", mantendo sua tradição e elegância características, embora tenha dividido opiniões em comparação ao domínio técnico da Imperatriz.
4- Estação Primeira de Mangueira: Encerrou a madrugada do primeiro dia de desfiles. A verde e rosa encerrou a noite com forte impacto ao exaltar as tradições afro-indígenas da Amazônia. O destaque individual foi o intérprete Douglas Diniz, elogiado por sustentar com excelência o samba-enredo em sua estreia solo, garantindo a energia da escola até o fim.
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