Notícias É possível ser feliz
Palestra com Monja Coen Roshi, ao lado de Mãe Kelly e Pai Denisson, celebra Diálogo Interreligioso e Justiça Social no Teatro Bradesco
O evento reuniu centenas de pessoas em busca de reflexões sobre felicidade
19/09/2025 14h31
Por: Jornalista Anderson Lopes Fonte: Evento
Mãe Kelly, Pai Denisson e Monja Coen Roshi - Foto de Capa: Divulgação

Na noite desta quintaa-feira (18), o Teatro Bradesco foi palco de uma experiência transformadora durante a palestra “É possível ser feliz?”, conduzida com profunda sabedoria pela Monja Coen Roshi. O evento reuniu centenas de pessoas em busca de reflexões sobre felicidade, espiritualidade e o papel da compaixão na construção de um mundo mais justo.

Entre os convidados, destacaram-se Mãe Kelly e Pai Denisson, representantes de movimentos sociais que atuam no combate à fome e na promoção do diálogo interreligioso. Em um momento de grande emoção, eles compartilharam suas vivências e trajetórias dedicadas ao acolhimento e à justiça social.

“Estar ao lado da Monja Coen no palco do teatro, falando sobre espiritualidade e acolhimento, foi como abrir uma janela de esperança para tantas famílias que enfrentam a fome e a exclusão. Essa oportunidade histórica nos mostra que o diálogo é possível e necessário. É a primeira de muitas.” — declarou Mãe Kelly.

“Participar desse encontro foi mais do que uma honra — foi um chamado à ação. Ver diferentes tradições religiosas unidas por um propósito comum nos enche de coragem para seguir lutando por dignidade e respeito. Essa oportunidade histórica e iremos repetir pelo Brasil.” — afirmou Pai Denisson, com gratidão.

O encerramento da palestra foi marcado por um momento de profunda conexão espiritual: uma bênção coletiva seguida da entoação do Hino da Umbanda, que ecoou pelo teatro como símbolo de união e respeito entre crenças.

O evento reforçou a importância de espaços de escuta e diálogo, onde espiritualidade e ação social caminham juntas. A presença da Monja Coen Roshi, referência em budismo e cultura de paz, foi celebrada como um farol de sabedoria e generosidade.

 

 

Por -Natália Paschoal-

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