O Brasil alcança um marco histórico e humanitário: está oficialmente fora do Mapa da Fome, segundo anúncio da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), em parceria com a ONU. A conquista é fruto do reencontro entre políticas públicas estruturantes e a força da mobilização social, liderada por iniciativas como o Pacto Contra a Fome, que articula empresas, governos, ONGs e lideranças espirituais em torno da erradicação da fome no Brasil.
Dentre essas lideranças, destaca-se a atuação do Instituto CEU Estrela Guia, fundado por Pai Denisson D’Angiles e Mãe Kelly D’Angiles que transformaram a espiritualidade em ação concreta. Com 22 cozinhas solidárias espalhadas por São Paulo, o Instituto já distribuiu mais de 2 milhões de refeições para famílias em situação de vulnerabilidade e pessoas em situação de rua.
A conquista se alicerça em políticas públicas retomadas e fortalecidas: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a volta do CONSEA, a ampliação do Bolsa Família, investimentos em restaurantes populares, como a Rede Cozinha Escola, e o apoio à agricultura familiar, aliados a ações cidadãs e voluntárias que fazem a diferença todos os dias.
Pai Denisson, que representou o Brasil em sessão da ONU em Nova York em 2025 e discursou sobre o combate à fome e à desigualdade, relembra:
“Na ONU, eu disse que alimentar alguém é um ato de fé. Hoje, o Brasil inteiro comprova essa fé viva: quando o trabalho se organiza, ninguém passa fome.”
Ele reforça que sair do Mapa da Fome é uma conquista coletiva, social e espiritual, mas alerta:
“É mais que um número ou um relatório. É um grito de dignidade. Uma mãe que volta a cozinhar, uma criança que dorme alimentada, uma cidade que volta a ter esperança. Mas a insegurança alimentar ainda persiste, e nos exige vigilância, compromisso e trabalho contínuo. A luta não terminou.”
O Instituto CEU Estrela Guia segue comprometido com a missão de alimentar corpos e almas, e como diz Pai Denisson:
“Enquanto houver fome, haverá missão. Enquanto houver amor, haverá ação. Enquanto houver vida, haverá compaixão.”
Por -Pai Denisson-
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