Falar da Preta Gil é falar de coragem sem censura, de amor em estado bruto, de uma mulher que nunca teve medo de ser quem era — e que ensinou milhares a fazerem o mesmo.
É falar de uma artista que não herdou apenas o sobrenome Gil, mas o dom de emocionar, de provocar, de transformar.
É falar de corpo livre, de voz que denuncia e consola, de bandeiras erguidas com glitter, suor e verdade.
Falar da Preta Gil é falar de resistência com afeto, de representatividade que não pedia permissão, de uma aliada incansável da comunidade LGBTQIAPN+, das mulheres negras, dos corpos dissidentes, dos esquecidos.
É falar de alguém que fez da vida um palco e do palco um altar para o amor. Que enfrentou o câncer com dignidade, e a vida com generosidade.
Falar da Preta Gil é falar de luz. De presença. De eternidade.
"A minha essência é a minha força, a minha verdade é a minha fé" - Preta Gil.
Matéria: -Jornalista Anderson Lopes-
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