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Terreiro de Laíla, meu griô! Beija-Flor de Nilópolis é a Campeã do Carnaval 2025
Terreiro de Laíla, meu griô! Beija-Flor de Nilópolis é a Campeã do Carnaval 2025
05/03/2025 21h34
Por: Jornalista Anderson Lopes
Foto: Reprodução

Da casa de Ogum, Xangô me guia! A Beija-Flor de Nilópolis foi a grande vencedora do Carnaval 2025 do Rio de janeiro.

A azul e branco de Nilópolis fez uma homenagem ao ex-diretor de Carnaval, Laíla, que faleceu em 2021, em decorrência da Covid-19.

Unidos de Padre Miguel (UPM) é rebaixada e retorna à Série Ouro em 2026.

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No sábado, dia 8, das Campeãs, as seis melhores escolas do Grupo Especial de 2025, Beija-Flor de Nilópolis, Acadêmicos do Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense, Unidos do Viradouro, Portela e Estação Primeira de Mangueira, retornarão à Marquês de Sapucaí para mais um desfile grandioso e emocionante.

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Com 15º título, a escola da baixada se mantém como a terceira escola de samba que mais venceu edições do Carnaval Carioca.

 

Confira o samba da Beija-Flor de Nilópolis 

Composição: Romulo Massacesi / Junior Trindade / Serginho Aguiar Centeno / Ailson Picanço / Gladiador / Felipe

Chama João pra matar a saudade

Vem comandar sua comunidade

Ó Jakutá

O Cristo preto me fez quem eu sou

Receba toda gratidão, Obá

Dessa nação nagô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

Kaô, meu velho

Volta e me dá os caminhos

Conduz outra vez meu destino

Traz os ventos de Oyá

Agô, meu mestre

Tua presença ainda está aqui

Mesmo sem ver, eu posso sentir

Faz Nilópolis cantar

Desce o morro de Oyó

Benedito e Catimbó

O alabá Doum

Traz o terço pra benzer

E a cigana puerê

Meu Exu

De copo no palco, sandália rasteira

No chão sagrado toda quinta-feira

O brado no tambor, feitiço

Brigou pela cor, catiço

Coragem na fala sem temer a queda

O dedo na cara, quem for contra, reza

O brado no tambor, feitiço

Brigou pela cor, catiço

Coragem na fala sem temer a queda

O dedo na cara, quem for contra, reza

Vencer, o seu verbo

Gênio do ouvido perfeito

A trança nos versos

Divino e humano em seu jeito

Queria paz, mas era bom na guerra

Apitou em outras terras, viajou nas ilusões

Deu voz à favela e a tantas gerações

Eu vou seguir sem esquecer nossa jornada

Emocionada, a Baixada em redenção

Chama João pra matar a saudade

Vem comandar sua comunidade

Ó Jakutá

O Cristo preto me fez quem eu sou

Receba toda gratidão, Obá

Dessa nação nagô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

Kaô, meu velho

Volta e me dá os caminhos

Conduz outra vez meu destino

Traz os ventos de Oyá

Agô, meu mestre

Tua presença ainda está aqui

Mesmo sem ver, eu posso sentir

Faz Nilópolis cantar

Desce o morro de Oyó

Benedito e Catimbó

O alabá Doum

Traz o terço pra benzer

E a cigana puerê

Meu Exu

De copo no palco, sandália rasteira

No chão sagrado toda quinta-feira

O brado no tambor, feitiço

Brigou pela cor, catiço

Coragem na fala sem temer a queda

O dedo na cara, quem for contra, reza

O brado no tambor, feitiço

Brigou pela cor, catiço

Coragem na fala sem temer a queda

O dedo na cara, quem for contra, reza

Vencer, o seu verbo

Gênio do ouvido perfeito

A trança nos versos

Divino e humano em seu jeito

Queria paz, mas era bom na guerra

Apitou em outras terras, viajou nas ilusões

Deu voz à favela e a tantas gerações

Eu vou seguir sem esquecer nossa jornada

Emocionada, a Baixada em redenção

Chama João pra matar a saudade

Vem comandar sua comunidade

Ó Jakutá

O Cristo preto me fez quem eu sou

Receba toda gratidão, Obá

Dessa nação nagô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Da casa de Ogum, Xangô me guia

Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor

Terreiro de Laíla, meu griô

 

Ator Sergio Aguiar impressiona ao interpretar Laíla no desfile da Beija-Flor - Foto de Capa: Instagram / Beija-Flor

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