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“Okaeté, a Nossa Casa em Jogo”, de Adilson Dias, tem participação de Marcos Suzano
“Okaeté, a Nossa Casa em Jogo”, de Adilson Dias, tem participação de Marcos Suzano
10/08/2023 16h31
Por: Jornalista Anderson Lopes
Foto: Reprodução

Videoclipe (https://www.youtube.com/watch?v=XyoAbIiemEA&t=31s

“Okaeté, a nossa casa em jogo” – jogo de futebol com indígenas em campo redondo 

 

Mulheres indígenas de diversas etnias também participam e abençoam jogadores.  

Trilha composta pelo artista tem participação de Marcos Suzano, com produção de Guilherme Gê e masterização de Alexandre Rabaço

 

"O que está em jogo no vídeo é a nossa atmosfera, uma bola chamada planeta terra." Adilson Dias

 

Para homenagear o Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto (4af), o artista plástico Adilson Dias lança o clipe em vídeoarte, "Okaeté, a nossa casa em jogo” que em Tupi-Guarani significa "a verdadeira casa" – Okaeté é a junção das palavras Tupi-Guarani Oca (casa) e Eté (verdadeiro, sincero). No vídeo, idealizado e dirigido pelo artista e codireção de Márcio Coutinho, um grupo de indígenas joga futebol batizado pelo artista de "Futeoka", um campo redondo, que simboliza uma oca a céu aberto. Uma releitura de Adilson para o futebol, com quatro traves e duas bolas.

“Okaeté, a nossa casa em jogo” chega ao canal do YouTube @AdilsonDiasartes com trilha composta pelo artista, a música O Erê da Iôca (Menino da vovó), que tem participação de Marcos Zuzano e produção de Guilherme Gê, com marterização de Alexandre Rabaço. O clipe chega com o objetivo de chamar atenção para a data e ressaltar a criatividade dos povos originários na sobrevivência e preservação dos seus territórios. Povos com seus instintos ancestrais, que já nascem sendo floresta, um pensamento redondo para o entendimento de ser a própria natureza.

 

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“Okaeté, a nossa casa em jogo” é obra artística com a participação voluntária do Time de Futebol Indígena "Real Bracui", da Aldeia Sapukai Guarani Mbya, da Costa Verde Sul Fluminense. Participam também com as bênçãos da mãe terra para o Okaeté, mulheres indígenas de outras etnias, guerreiras por seus territórios e, portadoras da vida e do conhecimento ancestral.

"Nasci do ventre de uma Guerreira Tupinambá e desejo estar inserido na minha cultura. Também desejo fazer parte desta união indígena para salvar a mãe natureza”, reflete Adilson Dias.

 

-Alexandre Aquino-

Assessoria de Imprensa

Foto de Capa: Rachel Silva

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