Como combater a discriminação racial nas empresas de todo o Brasil

Fim do preconceito

Este final de semana, centenas de organizações e lideranças negras se reuniram para dar vida a um coletivo que terá como objetivo principal a construção de uma agenda comum de combate à discriminação racial nas empresas. Após o assassinato de João Alberto, que culminou em diversos, justas e necessarias manifestações pelo país, viu-se a necessidade de exigir das empresas e do Estado posturas antirracistas mais sólidas, específicas e duradouras.

 

Temos a honra de apresentar os novos defensores do 1º pavilhão da Manguinhos, Mauro Lima e Michelle Rocha


Foi desta circunstância e do compromisso ético de ocupar.todos.os espaços necessários para que fatos.como esse nunca mais.voltem a ocorrer que nasceu a ideia da constituição de um comitê externo e independente que pudesse atuar junto ao Carrefour para, além de cobrar formas de reparação individual e coletiva para as vítimas dos atos racistas, organizar medidas antirracistas que orientem o mundo corporativo.
 
A ideia da formação do comitê dividiu opiniões, mas hoje foi compreendida como um ponto de apoio a reinvindicações históricas do movimento negro, como por exemplo, a revisão das formas de contratação e atuação dos serviços de seguranças, bem como a adoção de ações afirmativas. A reunião deste final de semana, assim como outras que ainda ocorrerão tem o objetivo de trazer para os membros do comitê, para sua atuação junto ao Carrefour, as propostas contidas no documento produzido pelo coletivo.  

 

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O que antes parecia a demanda dirigida a uma empresa agora se apresenta como um conjunto de diretrizes a ser direcionado a todas as empresas do país, organizado e defendido por mais de trezentas entidades do movimento negro, indígena , LGBT etc. Que nenhum negro deixe de ocupar todo e qualquer espaço que se apresente para o debate. Que este Coletivo, que surge de uma horrível mas infelizmente recorrente tragédia em um Brasil estruturalmente racista, consiga influenciar não apenas as ações de um dos maiores varejistas do país. Mas todas as empresas que efetivamente se proporem a partir para ações práticas no combate ao racismo.

Aos necessários protestos e boicote devemos somar propostas para mudanças imediatas. É hora de nos juntarmos para a destruição do racismo e para a construção de um mundo novo.

 

 

“A POPULAÇÃO AFROBRASILEIRA EXIGE RESPEITO”

“A POPULAÇÃO AFROBRASILEIRA EXIGE REPARAÇÃO”

Nós, Coletivos, Organizações da Sociedade Civil e cidadãos, diante das estratégias do racismo estrutural e institucional e da violência sistêmica que nosso povo vem há séculos sofrendo, reiteramos publicamente nosso posicionamento de total repúdio aos casos de racismo e outras formas de discriminação ocorridos reiteradamente na rede de supermercado Carrefour e em outros espaços, em especial o bárbaro assassinato de João Alberto Silveira Freitas. Vale ressaltar que o Carrefour tem se notabilizado por episódios de violência ocorridos em suas dependências e protagonizados por pessoas que estavam sob sua responsabilidade.

Com indignação temos presenciado inúmeras e reiteradas manifestações de ódio racial, com especial atenção nos espaços corporativos em que se realiza atendimento ao público. Temos visto a repetição de múltiplas formas de discriminação: racial, de gênero, de orientação sexual, religiosa, contra pessoas com deficiência etc.

O que hoje vivenciamos é um verdadeiro abismo civilizatório em que o assassinato de pessoas negras se tornou algo absolutamente banal. Por este motivo, conscientes de nossa responsabilidade histórica diante de mais uma grave violação de direitos humanos, nos reunimos a fim de propor junto ao Comitê Externo e Independente ações efetivas que possam impedir que mais uma pessoa negra seja assassinada. Entendemos que a ampla participação social é o caminho assertivo para o enfrentamento das estruturas racistas.

Conhecedores da velha estratégia de “dividir para conquistar” que caracteriza as armadilhas do racismo, compreendemos que o melhor caminho é unir nossas propostas iniciais. Diante disso, exigimos:

 

1- A devida indenização às eventuais vítimas e/ou suas famílias, sem a necessidade de interposição de medida judicial prévia. Exigimos que a família de João Alberto Silveira Freitas seja devidamente indenizada e também amparada em sentidos material e psicológico pelo Carrefour.

2- A responsabilização civil e criminal de todos os envolvidos no assassinato de João Alberto Silveira Freitas, o que engloba os assassinos, mas também aqueles que com sua negligência em relação à governança da empresa concorreram para que essa barbaridade ocorresse.

3- A radical mudança nas práticas da segurança e na própria concepção de “segurança” adotada pelos estabelecimentos comerciais. Não aceitamos mais ser perseguidos, humilhados e agredidos em nome da “segurança” da propriedade privada. Entendemos que a precarização do trabalho, potencializada pela terceirização, é um fator que impulsiona o racismo. Por isso, exigimos a internalização dos serviços de segurança. Deve, portanto, haver o cumprimento de regras rigorosas de recrutamento e treinamento, com orientação e apoio de organizações do movimento negro no combate a todo tipo de violação aos direitos humanos.

4- Exigimos que não apenas o Estado seja o principal responsável por amparar esse trabalhador precarização. Exigimos que recursos financeiros e materiais sejam disponibilizados  para a qualificação permanente,  possibilidade de progressão de função e carreira e incentivos sociais os trabalhadores e seus familiares. Entendemos que aqui está em jogo não apenas o conceito de atividade fim e atividade meio e as possíveis permissões de contratação de mão de obra por empresa interposta. Na verdade, o que se discute, são mais de 200 anos de história do Direito do Trabalho, o equilíbrio entre o valor social do trabalho e a livre iniciativa como preceitos e objetivos da República, a efetividade da Justiça Social e a valorização da Dignidade da Pessoa Humana.

5- Enquanto permanecerem serviços terceirizados, deve ser implantado modelo rigoroso de validação das empresas prestadoras de serviços e fornecedoras da cadeia de compras e suprimentos. Devem ser inseridas cláusulas antirracistas em todos os contratos com fornecedores e prestadores de serviço. Caso comprovado algum fato que implique em violação dos direitos humanos, seu descumprimento deverá implicar na rescisão contratual.

6- Seja exigido de todas as empresas terceirizadas atuantes nas áreas de vigilância e segurança patrimonial a apresentação de certificado de curso ministrado, com adequado treinamento dos trabalhadores, ministrados por organizações negras. Os contratos vigentes devem ser adequados a esta exigência até janeiro de 2021 sob pena de rescisão.

7- Apresentação dos protocolos de abordagem de segurança no interior das lojas. Os protocolos devem ser objetivos e de conhecimento dos funcionários. Não deve ser admitido qualquer procedimento que viole a dignidade da pessoa humana.

8- Que o Carrefour e demais empresas do grupo assumam o compromisso de não contratarem empresas de segurança que tenham, como proprietários ou funcionário policiais da ativa e/ou ex policiais, bem como pessoas que tiveram ou têm passagens por milícias.

9- O oferecimento de um plano detalhado para aceleração na carreira de negros e negras na empresa, permitindo que cheguem mais rapidamente a cargos de liderança, principalmente em áreas estratégicas para a empresa, tais como Recursos Humanos, Cadeia de Valor (Compras e Comercial) Marketing e Comunicação (Interna e Externa), Investimento Social Privado (Responsabilidade Social e Sustentabilidade), Segurança Patrimonial e Tributos.

10- Criação de Ouvidoria Interna e Conselho de Segurança com a participação de entidades da sociedade civil que atuam na área de Relações Raciais e Direitos Humanos.

11- Que, a partir do dia 1º de janeiro de 2021, todas as prestadoras de serviços e fornecedoras para a empresa comprovem adotar um plano de inclusão de negros/as em todos os seus cargos de média e alta direção. Caso não comprovem esta meta, devem ter seus contratos encerrados.

12- O compromisso de implementação de ações estruturantes e regulares de educação em direitos humanos para todos os funcionários. Deve haver a demanda para que fornecedores, sobretudo na área de segurança e vigilância, também o façam, sempre em parceria com organizações do movimento negro.

13- Apoio a instituições de ensino, liderado por pessoas negras, distribuídas pelo país para formação profissional de jovens negros e negras, com fornecimento de bolsas de estudo.

14- Contratação de pessoas negras respeitando a representatividade racial da população de cada estado do país, mas com percentual mínimo de 50% de negros entre os novos contratados.

15- Implementação de um dispositivo digital para denúncias domésticas, de discriminação racial e de violência contra a mulher no site e aplicativos da empresa, garantido o anonimato para posterior encaminhamento aos órgãos competentes.

16- Criação de um Programa de apoio e fomento a Organizações, Incubadoras e  Aceleradoras voltadas ao desenvolvimento do empreendedorismo negro nas comunidades locais.

17- Programa de Inclusão de nanos, micros e pequenos empreendedores e agricultores liderados por  gruposminorizados, tais como quilombolas, ribeirinhas, povos originários entre outros  na cadeia de valor (produtos e serviços).

18- O uso de peças publicitárias contra o racismo e a violência institucional, com propagandas em emissoras de TV e redes sociais de largo espectro, proporcional ao tempo da prática do espancamento, com assunção dos erros e gravames perpetrados, e comprometimento com dinâmicas que eliminem a cultura que parece ter se instalado na rede.

19- O Carrefour, assim como as demais empresas incorporem profissionais negros especializados em comunicação antirracista e não violenta, e/ou empresas e veiculos de comunicação negros como prestadores de serviço nas áreas de marketing, comunicação interna e externa e comunicação institucional.

20- Criação de um dia de combate ao racismo em que o faturamento das vendas do dia, apurados em todas as lojas da rede em território nacional, seja anualmente destinado a políticas de combate racismo.

21- Assim sendo, exigimos que a Empresa B3, que coordena a bolsa de valores no Brasil, retire o Carrefour quaisquer outras empresas e que tenham ocorrido caso de racismo da listagem de empresas pertencentes à segmentação de Novo Mercado, e que haja a suspenção no direito de negociar seus papéis na B3, até que a empresa adote um plano antirracista com atividades e metas nítidas, conforme os pontos desta carta aberta. A Bolsa de valores precisa cumprir seu papel conforme a Constituição Brasileira, no artigo 198 e responder a carta entregue pela EDUCAFRO ao seu Presidente. (https://www.educafro.org.br/site/a-educafro-quer-ir-ao-stf-para-cobrar-da-bolsa-de-valores-diversidade-em-todas-as-grandes-empresas/).

22- Em cada cidade onde há unidades do Carrefour, que sejam destinadas, a partir de 1º de janeiro de 2021, 100 bolsas de estudos integrais para jovens negras e negros. Essas bolsas devem cobrir todos os custos durante os anos dos cursos escolhidos pelos jovens negras e negros.

23- Que o Ministério Público do Trabalho convoque para uma Audiência Pública o Comando Nacional do Carrefour e o obrigue a assinar um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) a partir dos pontos dessa carta. Que o MPT fiscalize seu cumprimento com garra e determinação, criando em cada Estado uma comissão mista com os movimentos sociais negros e outros de direitos humanos.

24- Que a empresa invista 10% do lucro anual em instituições negras de combate ao racismo em diversos segmentos, tais como educação, cultura, economia criativa, empregabilidade, saúde da população negra, fortalecimento de lideranças negras, acesso a crédito, acesso a moradia, alimentação, agricultura familiar, direitos civis, justiça, acesso à tecnologia, comunicação, empreendedorismo, negócios entre outros.

25- Que o Carrefour de comprometa com a criação de um programa de ações afirmativas, com representatividade e proporcionalidade nas estratégias de investimento social privado, filantropia, doações, ações e ativações de marketing e marca, patrocínios e apoios e mecenatos.

26- Que haja a criação de comitês externos e independentes antirracistas, composto por pessoas negras em todas as empresas de mais de 500 funcionários, com indicações de organizações da sociedade civil.

27- Que as empresas se comprometam com a representação de pessoas negras em seus Conselhos consultivos e administrativos.

28- Que o comando do Carrefour se some conosco e assume as propostas desse coletivo, a serem apresentadas em 5 dias, sobre as sugestões das mudanças que são ofensivas à população afrobrasileira no Projeto de Lei 5660/2019, que tramita na Câmara e no Projeto de Lei 135/2010 que tramita no Senado.

29- A rede Carrefour deve rever suas práticas no país. Exigimos o mesmo de todas as demais empresas que atuam no Brasil, multinacionais ou não, que providenciem uma revisão urgente de seus protocolos e apresentem à Comunidade Afro-brasileira e à sociedade um plano que contemple o respeito à diversidade e à equidade.

 

 

Grupos que assinaram

 

1          ACMUN – Associação Cultural de Mulheres Negras – RS

2          ADNA SANTOS – MÃE BAIANADF

3          Afoxé OmoluPaKérùAwo

4          Afro10 –  MG

5          Afrojuristas

6          Afrojuristas RS

7          Aldeia Paranapuã SP – Baixada Santista.

8          Alternativa Popular

9          Amorf- Associação de Moradores de Roda de Fogo

10       AMSK Associação Internacional Maylê Sara Kali /Brasil – DF

11       AMUPAC – ASSOCIAÇÃO DE MÚSICOS DO ACRE

12       Anderson – Jornal Empoderado

13       Anderson Quack

14       AREDACRE – ASSOCIAÇÃO DE REDUÇAO DE DANOS Acre

15       ASCENDA – Associação de Afroempreendedores – GO

16       ASSOCIAÇÃO AFRO CULTURAL  LEMI AIYO – RJ

17       Associação Alpha e Omega SP – Baixada Santista

18       Associação Benefícios e Recreativa do Bairro da Felicidade. Salvador-BA

19       Associação Bom Samaritano- Salvador-BA

20       Associação Comunidade – Butantã SP

21       Associação Comunitária para Valorização do Heliópolis – São Paulo

22       Associação ComunitárioMongaguense Sorriso – SP – Baixada Santista

23       Associação Cultural Afro Brasileira de ValinhosValinhos -Sp

24       Associação Cultural dos Povos da Amazônia Belém

25       Associação Cultural e Esportiva de Sapucaia do Sul

26       ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA AFOXE RAIZES AFRICANAS / RJ

27       ASSOCIAÇÃO CULTURAL SEMENTES D’AFRICABarra do Piraí.

28       ASSOCIACAO DAS FAVELAS DE SERGIPE

29       Associação de Capoeira Sete Quedas Nossa Senhora do Socorro -Sergipe

30       Associação de Hip hop e social e cultural. Toledo /Paraná

31       Associação de Moradores Beato João Paulo II.- Rio de janeiro / RJ

32       Associação de Moradores  Lagoa Da Vida- Salvador- BA

33       Associação de Mulheres da Zona Rural de Olinda

34       Associação de mulheres de Sussuarana

35       Associação de Mulheres Mariana Crioula / Volta Redonda RJ

36       Associação do Quilombo Urbano Serra das Areias GO

37       Associação dos Moradores do Bairro da Redenção – Manaus

38       ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E CULTURAL SISTEMA BRASILEIRO DE CAPOEIRA/SBC CAPOEIRARIO DE JANEIRO-RJ -ILHÉUS-BA/MESTRE SAMBURECO

39       ASSOCIAÇÃO ESPAÇO CULTURAL Acre

40       Associação Esportiva Amigos da Erundina –

41       Associação esportiva kiloucura futebol clubeZona leste Itaim Paulista.

42       Associação Esportiva São Lourenço Velho

43       Associação galo de Ouro

44       Associação Missionária Resgatando Vidas a Última Colheita SP – Baixada Santista

45       Associação Promocional de Congados, Moçambiques e Catupes de Araguari

46       Associação propor

47       Associação Quilombo Bom Jesus /Município – Lima Campos/ Maranhão

48       Associação Quilombo do Catucá /Município – Bacabal/ Maranhão

49       Associação Quilombola do Povoado Patioba Japaratuba/SE

50       ASSOCIAÇÃO SERGIPANA DE DESENVOLVIMENTO COMUNITARIO E RESGATE DA CIDADANIA

51       ASSOCIAÇÃO SERGIPANA DE HIP HOP ALIADOS PELO VERSOS

52       Associação skate clube e esportes radicais. Toledo /Paraná

53       Associação Social Casa do povo – Salvador/Ba

54       Associação união para todos Butantã  Cambará Butantã

55       ATDSTS – Associação dos Trabalhadores e Desempregados Sem Teto do BrasilSalvador- BA

56       BABÁ FRANCIMAR DE SOUSA DF

57       Bancada preta

58       Banda Lã (hip hop) Limeira – SP

59       Banda percussiva Urbanidade Nagô – Salvador/Ba

60       Black e cia Florianópolis/SC

61       BLOCO AFRO CULTURAL DUDU ODARA

62       BLOCO AFRO CULTURAL OLODUMARE DOS PALMARES

63       Bloco Afro Rum Black DF

65       Boi do Rosário/Município- Pirinópolis /Goiás

66       Capdever- Centro Afro de Promoção e Defesa da Vida Ezequiel Ramin – Salvador/Ba

67       CASA DE CULTURA EATRELA D’OYA

68       CASA DE CULTURA FILHOS  DA PAZ /RJ

69       Casa de Oxum

70       Casa de Ubuntu da Cultura Ballroom de SorocabaSorocaba-SP

71       Casa do Hip-Hop Bahia

72       Catálogo de Profissionais aAfro Graduados RS

73       Catálogo de Profissionais Afro Graduados RS

74       Cedhu – Centro de Direitos Humanos Franco Pellegrini – Salvador/Ba

75       Cedine

76       CEN – Coletivo de Entidades Negras – DF

77       Cenpah – Centro de Pastoral Afro Pe. Heitor Frisotti – Salvador/Ba

78       CENTRO ACREANO DE HIP HOP Acre

79       CENTRO CULTURAL ALA-TO-BÉ – Rio de Janeiro

80       Centro Cultural Cambinda Estrela

81       Centro Cultural Conhecendo Nossa História

82       Centro Cultural Quilombinho, Sorocaba –Sp

83       Centro de Articulação de Populações Marginalizadas/CEAP

84       Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT

84       CENTRO DE ESTUDOS E AÇÕES EM DIREITOS HUMANOS – A-COLHER

86       Centro pro Melhoramento Associação Morro do Estado Niteroi- RJ

87       Centro Social Futuro FelizAcari – Rio de Janeiro – RJ

88       CETRAB – Centro de Tradições  Afro-Brasileiras – Nacional

89       CEZINHA OLIVEIRA Fundador Bloco Afro Rum Black – DF

90       CHAO Centro Humanitário Abebé de Ouro

91       Cj. Hab. Mascarenhas de MoraesSão MatheusZona Leste – São Paulo

92       Clube da Comunidade Parque Santo AntônioSão Paulo

93       CMA HIP-HOP – Comunicação, Militância e Atitude Hip-Hop – Salvador/Ba

94       Coco dos Pretos

95       Coletivo de Ekedes e Ogãs do Estado do Amapá -AP

96       Coletivo de Mulheres As pretas falam – Salvador/Ba

97       Coletivo de Mulheres Negras Periféricas /Maranhão

98       Coletivo de Mulheres no HipHopOcupaMinart – Amazonas

99       Coletivo em cada Eskina DF

100     Coletivo Mulheres de Axé do DF e Entorno

101     Coletivo NegritudeSussuarana

102     COLETIVO NEGRO VALE RS

103     Coletivo NegrosParicarana – Universidade Federal de Roraima

104     Coletivo Pretas de Frente/ Morro da Cotia/ Complexo do Lins  – RJ

105     Coletivo Samba Sorocaba

106     Coletivo Sarau da Onça – Salvador/Ba

107     Coletivo Som na Praça

108     Coletivos MARTE Mulheres Fazendo Arte

109     Comitê Urbano Popular

110     Comunidade Amigos do Dito ( Comunidade de Samba)Limeira SP.

111     Comunidade Cigana Romi Lovara DF.

112     CONEN AMAPÁ

113     Conselho Da Comunidade Negra Campinas – Sp

114     Conselho da PazCampinas- Sp

115     Conselho de Moradores do Novo Horizonte – Salvador/Ba

116     Conselho dos direitos humanosCampinas – Sp

117     Conselho dr Sacerdotes do Culto Afro de Araguari

118     Conselho Estadual de Prevenção, Tratamento, Fiscalização e Repressão do Uso Indevido de Substâncias Psicoativas Conen – AP

119     Conselho Municipal de Promoçao da Igualdade Racial de Araguari

120     Conselho Municipal Dos Direitos da Mulher de Sorocaba -Sp

121     Cosme do Jongo

122     CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes – Salvador/Ba

123     CRSC Comunidade Recreativa Sócio Cultura Umbanda e Candomblé Ilê OrôOsurúBessém Axé Alaketú – SP – Baixada Santista

124     Cufa

125     Diverso Cultura e Desenvolvimento

126     Dois Terços – Veículo de movimentação LGBTQIA+ – Salvador/Ba

127     Edimara Celi

128     Educafro Brasil

129     Egbe Adifala

130     Embaixada das artesNossas Senhora do Socorro – Sergipe

131     Embaixada solidária e do imigrante. Toledo /Paraná

132     Enilda – Educafro.

133     Família Eclipse ( hip hop)Campinas- SP

134     Família TDHSapopembaZona Leste – São Paulo

135     FEBARJ

136     Fedalisam Cultura e Esporte – Federação das Associações e Ligas Culturais Esportivas Amadoras do Estado do Amazonas

137     Federação Sergipana de Capoeira presidente Mestre Robson Mangangá

138     Feira Cultural Afro MixCampinas- Sp

139     Feira Preta

140     FIRIA HIP HOP / RJ

141     Frente Ampla Suburbana e Associação de Moradores e Amigos de Vigário Geral

142     Frente CDD*Cidade de Deus/Rio de Janeiro

143     Frente Favela Brasil

144     FRENTE NACIONAL DE MULHERES NO HIP HOP SERGIPE

145     Fundação Fonte Cultural Amapá

146     Geraldo Coelho.

147     Gremio RECREATIVO LIMEIRENSE  – Limeira /São Paulo

148     GRUPO AFRO CULTURAL IMALE IFE

149     GRUPO AFRO CULTURAL ORUNMILA

150     Grupo Baobá de Capoeira Nossa Senhora do Socorro – Sergipe

151     Grupo Cultural e Religioso JejeSavalu Religião de Matriz Africana – BA

152     Grupo de Capoeira Angola Guerreiro de Palmares – Roraima

153     Grupo Educapoeira – Salvador-Ba

154     Grupo percussivo, Orum DF

155     GVES – Grupo de Valsa Embalos de um Sonho – Salvador/BA

156     Hip Hop Mulher Brasil /

156     HIP HOP NA FITA / RJ

158     Igreja Evangélica Maravilhosa Graça do Maranhão

159     Ilê AlaketuAşeOdé Omo Ifa DF

160     Ilê Ase Alada Meji Ogum IrêOlà

161     Ilê IléAlaketuAséOmiN’LaSorocaba-SP

162     IléAlákètúÀsę Omo LogunèdéSorocaba-SP

163     Instituição Ágape/Sara Almeida – Rio de Janeiro – RJ

164     Instituição Guetto – Gestão Urbana de empreendedorismo trabalho e tecnologia organizada

165     Instituto Cultural e ArtisticoMangalisaNossa Senhora do Socorro- Sergipe

166     Instituto Cultural e Esportivo de Sergipe – Piabinhas do São Braz. Comunidade de pescadores Nossa Senhora do Socorro – Sergipe.

167     Instituto Cultural Educacional Romano ICER- São Paulo

168     Instituto Equânime Afro Brasil

169     Instituto de Desenvolvimento Social dos Catadores e Catadoras de Caranguejo de Sergipe  São Cristóvão-SE

170     Instituto de Mulheres do  Amapá  – IMENA

171     Instituto Dica Ferreira – Maranhão

172     Instituto Idade Mídia – Comunicação para Cidadania BELÉM

173     Instituto Mocambo

174     Instituto Mocambo – AP

175     Instituto nacional Afro Origem – INAO DF

176     Instituto Paredão/ Rio Pequeno SP.

177     Instituto Quilombo Tekoha Toledo /Paraná

178     Instituto Raízes – Teresina /Piauí

179     Instituto Renascer SP – Baixada Santista

180     Instituto SOL /Rio de Janeiro

181     Jd João 23Favela do GoteiraSão Paulo

182     Jovens Periféricos- Salvador BA

183     LADO NORTE – GRUPO ORGANIZADO DAS CULTURAS URBANAS Acre

184     Liga Depsortiva Cultural Afrukpoeira

185     Liga Socorrense de Capoeira Mestre Dedêda

186     Liga Socorrense de Capoeira Nossa Senhora do Socorro – Sergipe

187     Ligação Cultural – Cidade de Deus/Rio de Janeiro

188     LUANDA GABRIELAProdutora b

189     Magno Jose S. Junior DFAfroPoeta – Mov. SLAM DF

190     MANOEL BARBOSA NERESCCN UnB – Kilombo Mesquita

191     Maracatu Mirim Cambinda Estrela do Amanhã

192     Maracatu Mukumby Sorocaba-SP

193     Maracatu Nação Cambinda Estrela

194     Marcelo Carvalho – Observatório da Discriminação Racial no Futebol

195     Marcelo Monteiro

196     MARCOS CAVAÇANICientista Político

197     Margareth Rose /Militante MNUeAfroempreendedora DF

198     Maria Mulher- Organização de Mulheres Negras RS

199     Marianas Mulheres que Inspiram- Associação de Mulheres empreendedoras – MG

200     MARIZETH RIBEIRO DA COSTAProfessora Secretaria de Estado de Educação do DF

201     MCR – movimento cultura de rua -CE

202     MOMUNES – Movimento de Mulheres Negras de Sorocaba -SP

203     Movimento “Coisa de quebrada” – Salvador/Ba

204     Movimento Axé do PDT – Nacional

204     Movimento Cultural Ancestrais -AP

206     MOVIMENTO DAS SETE MULHERES DE SALVADOR BA

207     MOVIMENTO MULHERES GUERREIRAS DO SANTA MARIA

208     Mulheres de Vena- organização De Mulheres – MG

209     Município – São Luís do Maranhão/Maranhão

210     Negra Amapá

211     Negritar

212     Nova Frente Negra Brasileira

213     NUCAB Núcleo de Cultura Afro-Brasileira -Sorocaba-SP

214     NUCLEO MUCAMBO DE HIP HOP Acre

215     NUMUR – Núcleo de Mulheres de Roraima

216     Odabá- Associação de Afroempreendedorismo RS

217     OGÃ LUIZ ALVESDefensores de Asè – Entorno e DF

218     ONG Heliópolis Forte de Heliópolis

219     Organização da Sociedade Civil Família Força Jovem Futebol e Cultura

220     Ori produções de conhecimento

221     Paróquia São Daniel Comboni

222     Philippe Valentim – Viradão Cultural Suburbano

223     POETAS VIVOS – ACRE

224     Ponto de cultura Ilê Axé Oya Bagan DF

225     Ponto de PregaçãoVila Polopoli – Rio PequenoSão Paulo – SP

226     Pretançaconjunto de pesquisa e desenvolvimento da arte preta Salvador / BA

227     Preto Zezé

228     Prof Juarez Xavier

229     Prof. Dennis de Oliveira

230     Prof. Ivanir dos Santos

231     Quilombo Cultural A Casa do Nando- Rio de janeiro

232     Quilombo do Tajipuru/Tenda Fé Esperança e Caridade/Município – São Luís do Maranhão

233     Quilombo Onnim- Cachoeira- BA

234     Raul Santiago

235     Reakise Music ArtCampinas -Sp

236     Rede Amazônia Negra Pará.Belém

237     Rede Coletivo Amazônia Criativa

238     Rede de apoio humanitário nas e das periferias

239     Rede de Contadoras Negras

240     Rede Quilombaçao

241     Rede Urbana de Mobilização Sociocultural de Valparaíso de Goiás

242     Renê Silva

243     Resgate do Negro do Vale do Caí – RS

244     Resistir Produções – Roraima

245     Rodrigo França

246     Rondinele SaraivaA voz da mente DF

247     São Mateus em Movimento- São MateusZona Leste – São Paulo

248     Sarau Multicultural do Mercado – Belém

249     Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro/Sorocaba –SP

250     Tambor de Crioula da Floresta do Mestre Apolônio – Quilombo da Liberdade

251     Terreiro ile ase ABC alaketu, Vitória da conquista -BA

252     Terreiro Ilê AsèOminija – Salvador/Ba

253     Teto Preto

254     União Nacional LGBT Amapá  – UMA LGBT -AP

255     União Negra Sorocabana/Sorocaba-SP

256     Vozes do Purus, Apurinã e Jamamadi – Lábrea Amazonas

257     Yalodê Moda Étnica DF

258     Zimbabwe fonográfica -SP

 

 

 

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-Rozangela Silva-

Assessoria de Imprensa

 

 

 

 

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