1a Marcha dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, em Caxias

Duque de Caxias 

O sacerdote Ivanir dos Santos, em seguida foi para outra atividade – 1ª Marcha dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana em Duque de Caxias. A concentração começou por volta das 9h em frente a Catedral de Santo Antônio, Centro de Duque de Caxias, em torno da 11h, seguiram em caminhada pela Av. Governador Leonel  Brizola, reunindo em torno de 300 pessoas.

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“Acredito que esse é um  passo extremamente importante, pois além de cobrar um posicionamento junto aos órgãos públicos responsáveis, estamos mostrando à sociedade que a intolerância religiosa é uma questão de todos. Ela, a intolerância, não pode ser lida e colocada como um problema dos grupos religiosos que estão passando pelo caso de intolerância”, atestou Ivanir dos Santos.

 

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A Baixada Fluminense, lamentavelmente, é a área que mais sofreu ataques em terreiros no último tempos, e ontem, diversas lideranças religiosas foram às ruas de Duque de Caxias, para reivindicar o direto em proferir sua fé e exigir respeito. O movimento teve organização da Feira dos Oborós – Iyalorisá Janaina T Osanyin e Ogan Arthur e do Afoxé Raiz de Verdade – Tião Raiz, e diversas pastas do poder executivo municipal e estadual. Ogan Kotoquinho, abriu a caminhada com cânticos afros.

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A marcha recebeu àbálórìṣà Célio D’Ọmọlu, que foi aclamado como Presidente de Honra, Mejitó  Helena d’ Dan, Pai Elias D Yansã, Marcelo Reis, Marcia D. Pereira, Luana Ojuaoba, Arthur Araújo, Marcelo Fritz, Pai Renato, Conceição d`Lissá, ente outras referências religiosas. Presente ainda Sandra Seci Reis (herdeira do trono da Goméia carioca/Joãozinho da Comédia), e por falar nisso, a escola de samba Grande Rio, levará para a Marques de Sapucaí o enredo “Tata Londirá: o Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias”), no carnaval de 2020.

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“É um dia importante, viemos mostrar e exigir nossos direitos, pai João é o padrinho da marcha e eu como sua herdeira espiritual estou aqui, representando os povos de matriz africana”, alegou Sandra Seci Reis –  Goméia carioca.

 

 

 

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-Rosangela Silva-

Assessoria de Imprensa

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